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DiviNews Brasil Geral ATENÇÃO CIDADÃOS: Sete esquemas que os CORRUPTOS usam para tirar dinheiro do seu bolso – Deveriam ser presos por crimes hediondos
Dom, 05 de Fevereiro de 2012 07:45

ATENÇÃO CIDADÃOS: Sete esquemas que os CORRUPTOS usam para tirar dinheiro do seu bolso – Deveriam ser presos por crimes hediondos

DiviNews
A Revista Época em matéria publicada na última semana afirma que os furtos normalmente ocorrem por meio de obras, eventos, publicidades, emendas parlamentares, consultoria, qualificação profissional, ONGS – São as caixinhas pretas de todos os governos

1 - Os que furtam através de OBRAS

O  caso mais clássico é o roubo por meio de licitação dirigida, determinando a empresa que canha um contrato com o beneplácito do governo. O preço inicial já sai superfaturado. E durante a obra aditivos encarecem ainda mais o preço final da construção. Ao término o produto do roubo é dividido entre as partes, o governo e a empresa. Os corruptos e os corruptores.

2 - Os que furtam através dos EVENTOS

O roubo por  através de evento, o dinheiro normalmente é liberado para para contratar estrutura de palco, equipamentos de som artistas e material de divulgação, e até foguetório.  Sem realizar licitação a escolha é pautada por critérios políticos. E, aí as contratadas superfaturam os preços dos serviços. As prestações de contas são fraudadas para acobertar o desvio de recursos , há suspeita que o dinheiro é desviado para os políticos.

3 - Os que furtam através da PUBLICIDADE

Segundo a revista é a modalidade da moda e talvez a mais contemporânea. Os editais são direcionados para escolher determinada empresa, isto quando todas as possibilidades de adendos para esticar o contrato já se exauriram. As concorrentes apresentam preços fictícios na proposta, isto também quando as concorrentes não pertencem a um único grupo econômico ou estão combinadas entre si. Depois de vencer a agência corrupta subcontrata empresas ligadas a seu padrinho político. Pode superfaturar na compra de materiais e serviços previstos no contrato.

4
- Os que furtam por meio de EMENDAS PARLAMENTARES

É a dilapidação em dose dupla, primeiro, pelo desvio de dinheiro público, segundo pelo desvirtuamento do principio da atividade parlamentar.

Funciona da seguinte forma: cada deputado ou senador pode incluir até R$ 13 milhões por ano no Orçamento da União. O parlamentar coloca o que quiser. Pode ser a construção de uma ponte, a contratação de uma ONG ou a compra de um equipamento s. Levando em conta os quatro anos de mandato de apenas um parlamentar ele influenciará em R$ 60 milhões de reais. Multiplicando pelos 513 deputados da Câmara chega-se ao astronômico número de 30,8 bilhões potencialmente manipuláveis (ISTO É UMA PRAGA QUE DEVERIA SER MODIFICADO OU ACABAR É UM RALO POR ONDE O DINHEIRO DO CONTRIBUINDO SOME).

Já no Senado com seus 81 parlamentares e com mandatos de 8 anos, o número é de R$ 9,7 bilhões por legislatura, somado todos os senadores.

Então, o Congresso, os deputados federais mais os senadores, chegam à absurda quantia de R$ 40,5 bilhões de reais usados para os parlamentares fazerem políticas em suas regiões e aproveitarem a oportunidade, roubarem um pouco.

O esquema funciona assim:

•    Deputados e senadores incluem no Orçamento da União proposta para direcionar gastos do governo federal
•    Os parlamentares negociam com o governo federal a liberação do dinheiro que normalmente beneficia seus redutos eleitorais.
•    O parlamentar influencia na contratação de quem vai executar o serviço bancado com os recursos das suas emendas.
•    Com a contratação de empresas aliadas, falsificação de notas fiscais e simulação de serviços, parte do dinheiro é desviada e depois dividido.

5 - Dos que furtam por meio de CONSULTORIAS

A matéria da revista fala uma obviedade que os serviços de consultoria somente deveria ser contratados para execução de atividade que, comprovadamente os servidores permanentes da administração publica não tenham condições de fazer. Mas não é isto que acontece, usa-se o manjado critério de “notória especialização” ou “notório saber” em Divinópolis já vimos este caso, para justificar consultores sem fazer licitação.

As empresas contratadas via de regra pertencem a pessoas ligadas ao político que determinou ou influenciou a contratação. O desvio ocorre quando o serviço a ser feito não existe ou, se existe, não é parcial ou totalmente executado.

A empresa corrupta recebe o pagamento apresenta uma documentação qualquer como se fosse produto de muito estudo e analise e repassa o dinheiro arrecadado para os políticos ou os agentes públicos envolvidos na falcatrua.

6 - Os ladrões que furtam usando as ONGS

Se é que existe roubo mais ou menos perverso, este é um dos mais perversos por usar um instrumento, como diz a revista, normalmente associado a prática positivas para rapinar, pilha subtrair. Com a ajuda de políticos, a ONG firma convênios com o governo – O governo paga a ONG por determinados serviços – A ONG contrata empresas para executar os serviços e as empresas devolvem o dinheiros para os participantes do esquema – Os (I)responsáveis pela ONG forjam documentos e notas fiscais e enviam ao governo como se o dinheiro tivesse sido investido, mas na realidade foi parar em bolsos de ladrões.

7 - Os criminosos que furtam usando SERVIÇOS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Esquema funciona assim: ONGs ou entidades sem fins lucrativos ligadas a políticos se habilitam no governo federal para oferecer cursos profissionalizantes – O governo paga as entidades de acordo com o número de cursos, professores e alunos propostos – As entidades corruptas inventam cursos, aumentam o numero de alunos e simulam a contratação de professores – Depois enviam ao governo relatório com dados fajutos para acobertar os desvios.


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Anônimo  - PREFEITO DE UBERABA É CONDENADO   |2012-02-06 15:15:27
Notícias
06/02/2012 - Prefeito de Uberaba é condenado

Os desembargadores da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenaram o prefeito de Uberaba, A.A.P., e o chefe de gabinete da prefeitura em 2006/2007, A.S.O., por improbidade administrativa. Os dois terão que ressarcir os cofres públicos o valor gasto na confecção de dois informes, distribuídos à população de Uberaba em 2006 e 2007. Um dos informes custou R$ 12,5 mil. O valor da outra publicação será apurado na fase de liquidação de sentença a partir da avaliação de peritos.

Segundo o Ministério Público (MP), o prefeito usou dois informes publicitários, confeccionados com dinheiro público, para promoção pessoal. Uma das publicações divulgou a programação natalina na
cidade. A outra, distribuída na ocasião do aniversário do município, apresentava obras e melhorias feitas na cidade. Nos dois folhetos, foi veiculada a imagem do prefeito e uma mensagem pessoal aos cidadãos. O chefe de gabinete também foi responsabilizado, porque autorizou o pagamento da despesa.

Em primeira instância, a juíza Régia Ferreira de Lima, da 3ª Vara Cível de Uberaba, considerou o pedido do Ministério Público improcedente. Para a magistrada, não ficou evidente a intenção do prefeito de se autopromover à custa do dinheiro público. Inconformado, o MP recorreu ao TJMG, na tentativa de reformar a decisão.

Defesa

Em sua defesa, o prefeito A.A.P. afirmou que as alegações do MP são improcedentes e que, ao longo do processo, não se verifica uma só
circunstância hábil a demonstrar que ele teria concorrido diretamente para o ato considerado de improbidade administrativa. Ele disse que “somente responde pelo ato quem efetivamente o tenha praticado e não o seu eventual beneficiário, sem que haja prova concreta de sua participação”. A.A.P. alegou ainda que a autorização para a realização dos serviços partiu de outros agentes públicos, sem qualquer ingerência do chefe do Poder Executivo.

Já o chefe de gabinete desmentiu a alegação de improbidade administrativa, disse que não cometeu ato ilícito e requereu a improcedência do pedido do MP. Ele afirmou que o uso de foto em campanhas evidencia a utilização da imagem para despertar o interesse público sobre o anúncio e as informações.

No julgamento do caso
no Tribunal, os magistrados entenderam que ficou configurado o ato de improbidade administrativa. Em seu voto, o desembargador Vieira de Brito afirmou que muitos políticos utilizam as publicações de maneira sutil para enaltecer a pessoa do administrador, vinculando as obras e as iniciativas da prefeitura à figura da pessoa do prefeito. “Os atos praticados pela prefeitura devem ser atribuídos ao ente administrativo e não à pessoa do administrador, porquanto o prefeito é apenas um instrumento para atingir o interesse público, não podendo ser usada a publicidade municipal, a pretexto de conferir transparência à atividade administrativa, para promover a sua imagem junto à população”.

Marketing político

No caso em julgamento, o desembargador entendeu que a
publicação da imagem do prefeito não teve fim educativo, informativo ou de orientação, como determina a lei. As mensagens pessoais do prefeito, na visão do magistrado, configuram improbidade administrativa, “já que o marketing político consiste exatamente no uso do dinheiro público para dar ao informativo aparentemente legal um caráter de elogio pessoal”.

A empresa de comunicação envolvida na confecção e distribuição dos dois informes também foi apontada pelo Ministério Público como participante no ato de improbidade administrativa. Contudo, ela foi absolvida, porque os desembargadores entenderam que não havia prova de má-fé, já que a empresa atuava junto à prefeitura em razão de contrato firmado após procedimento licitatório.

O desembargador
Bitencourt Marcondes votou de acordo com o voto de Vieira de Brito. Já a relatora do processo, desembargadora Teresa Cristina da Cunha Peixoto, discordou do posicionamento dos colegas, mas foi vencida em seu entendimento de que o prefeito e o então chefe de gabinete também deveriam ser absolvidos porque não ficou comprovado o ato de improbidade administrativa.

Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom
TJMG - Unidade Goiás
(31) 3237-6568
ascom@tjmg.jus.br
Fernando   |2012-02-05 16:11:04
em divinopolis conseguem roubar de 10 formas kkkkkkkkkk
Rafael   |2012-02-05 15:49:28
o grupo anonymousBr criaram um site para que as pessoas denunciem atos de corrupção no Brasil

"O Corrupção Leaks foi criado com a intenção de ajudar e incentivar aqueles que se deparam com a corrupção no Brasil e não sabem o que fazer. Através dele pessoas comuns poderão fazer suas denuncias anonimamente que elas serão averiguadas por nossa equipe ou por algum jornalista parceiro.

Existe um medo no Brasil na hora de denunciar um esquema de corrupção, queremos tirar esse medo através da internet e seu poder de anonimato, no site ensinamos a ser anônimo e enviar arquivos e informações valiosas sobre esquemas de corrupção pública e privada."

o site é - www.corrupcaoleaks.org -