No dia 23 de junho, dia da realização da convenção do PSDB, não havia nenhum sinal, e assim foi decidido, de que os peessedebistas iriam fazer coligação na proporcional (vereadores) com nenhum partido. Passado aos dias, no último dia legal para realização das convenções começou a circular os rumores que a cúpula do PSDB estava propicia a salvar Marcos Vinicius, que, como presidente do PSC não o preparou para a disputa e muito menos para atingir o coeficiente partidário exigido para que ele fosse eleito, já que o seu partido é constituído de apenas três candidatos, ele e mais dois. Os candidatos eram contra, mas ficaram calados, engoliram em seco. O único que colocou a boca no trombone, mas, mesmo assim também teve que engolir, foi Beto MachadoA “sedução” de Marcos Vinicius para os tucanos coroados passou pela suposição que o candidato pode agregar alguns votos significativos da igreja que ele pertence, a Igreja do Evangelho Quadrangular. Eles só não sabem que Marcos não é uma unanimidade entre os irmãos cristãos. Segundo um evangélico peessedebista que freqüenta a mesma igreja, a aceitação de Marcos não é lá essas coisas, principalmente depois do desgaste de sua imagem na campanha de 2008, quando ele saiu candidato a prefeito e deixou dívidas para trás.
O descontentamento entre os candidatos com maior possibilidade de serem eleitos foi geral, mas calados se submeteram à autoridade dos que mandam no partido. E, obedece quem tem juízo.
Na coligação PSDB/PSC foram registrados 30 candidatos, dos quais 3 são do PSC, Marcos Vinicius e mais outros dois nomes.
Os dirigentes para amenizar o mal estar no ninho vendeu a idéia que o PSDB com a chegada de Marcos poderá eleger três vereadores, uns acreditaram de fato, outros como não tinha outra saída fingiram acreditar. Mas, o fato é que, a disputa será acirrada entre Adilson Quadros, Augusto Fidelis, Beto Machado, Ferrugem, Rodyson e o próprio Marcos Vinicius.
Lembrando que Adilson Quadros em 2008 obteve 2.251 votos; Beto Machado 2.304; Rodyson 2.878; Ferrugem, em 2004 obteve 488 votos; Marcos Vinicius também em 2004 obteve 2.153 votos. Não temos registro da votação de Augusto Fidelis.
Como cada eleição é diferente da outra, pode ocorrer que algum “azarão” não cotado para fazer parte do primeiro escalão, atropele por fora e consiga uma expressiva votação deixando algum “cotado” sem ser eleito.




