Justiça marca para 4 de maio de 2010 as 14 horas realização do primeiro leilão do imóvel (casa) localizado na Av. 21 de Abril
Juiz da 4ª Vara Cível deve solicitar uma reavaliação do imóvel para o leilão. A primeira avaliação foi realizada para a penhora.
Se o imóvel não for arrematado por valor igual ou maior que o valor da avaliação para o leilão, haverá um segundo leilão em que o imóvel poderá ser arrematado por qualquer valor, desde que não seja preço vil. (valor muito aquém do mercado)
A Adimóveis pagando o débito de R$ 36 mil reais ao credor, todo processo é paralisado. Caso contrário, o imóvel vai a leilão e a justiça posteriormente credita em conta judicial o valor da causa para o credor.
Como exemplo, se o imóvel for avaliado para leilão em R$ 1,5 milhões, como o valor da dívida da Adimóveis são apenas R$ 36 mil reais. A diferença, em tese, volta para a Adimóveis R$ 1.464 milhões.
Se ocorrer da Adimóveis deixar este bem ir a leilão, por seu valor infinitamente superior à sua divida, ela corre o risco dos outros credores, antes mesmo que o leilão ocorra se habilitem no saldo.
Outra possibilidade é que o próprio credor da Adimóveis venha adjudicar, depositando a diferença da dívida que a Adimóveis tem com ele (R$ 36 mil reais) com o valor da avaliação do imóvel, e os lances não estejam alto.
Pela localização privilegiada do imóvel residencial, mas em uma zona comercial, segundo avaliadores imobiliários, o leilão será concorrido. Muitos empresários, direta ou indiretamente, usando terceiros vão tentar adquirir o imóvel.
Vários credores presentes em uma lista podem se habilitar na diferença do valor da venda do imóvel e a divida do credor



