Inicialmente estavam na pauta 72 Projetos do Executivo e 15 do Legislativo, como os dois projetos de aumentos foram retirados, ficaram então 13 do Legislativo.
Com a Casa Lotada, entre 250 e 300 pessoas. O clima ficou bastante tenso em alguns momentos. Mas desta vez a “Casa” não chamou a Policia Militar como vinha ocorrendo nas ultimas reuniões. Era só ter um gritinho mais alto, que de repente surgia policiais militares, do nada, em um passe de mágica. Ninguém nunca sabia quem tinha chamado.
A sessão começou atrasada, prevista começar as 16 h, começou às 16h20min, e logo foi interrompida, recomeçando às 17h20min. Neste período os jovens manifestantes gritaram varias frases, lembrando uma torcida de futebol. Os jovens universitários tuiteiros se divertiram bastantes, enquanto os vereadores, principalmente o presidente era só tensão, aguardando que o jurídico terminasse de dar os pareceres nos projetos.
Foram vaiados o presidente, vereador Pastor Paulo Cesar (PRB), como era de se esperar. O vereador Geraldinho da Saúde (PR), por sua ausência. Rodyson do Zé Milton (PSDB), como primeiro secretario o iniciar a leitura dos projetos muito rapidamente. E o prefeito Vladimir Azevedo (PSDB), quando o seu nome foi citado pela primeira vez em um dos Projetos.
Com a Casa Legislativa lotada, e uma bonita imagem de cidadania e democracia a TV Câmara censurou as imagens e em nenhum momento mostrou qualquer imagem do público presente. Ao ser questionado pelo Divinews, porque as imagens não eram mostrada, o técnico, diretor de imagens, Humberto, afirmou que tinha ordens da diretoria de Comunicação em não mostrar imagens do publico, só se ouvia o burburinho. Isto é antidemocrático, é censura, e precisará ser revisto pelo novo presidente, Anderson Saleme, a Camara Federal e a Assembleia Legislativa mostram.
Todos os veículos de comunicação estiveram presentes cobrindo a “Maratona de Votação”. Logo no inicio entrou o polemico projeto do apostilamento EM-002/2011. Os vereadores quiseram jogar “pra galera”, uns se deram bem e foram aplaudidos, já outros foram vaiados. Não vamos entrar aqui no mérito das vaias. Ate porque está matéria esta com o foco na quantidade absurda de projetos acumulados para ser votado em uma única sessão e não nos projetos em si. O projeto foi votado e aprovado por 11 votos.
A seguir foi colocado em votação o EM-094, o também polêmico projeto de terceirização. O Vereador Edson pediu sobrestamento, mas não pode pedir porque já havia pedido, então o presidente já eleito Anderson Saleme pediu no lugar de Edson e foi aplaudido.
Na seqüência, chegou outro que da o que falar toda vez que entra na pauta. O que projeto das OS – Organizações Sociais para gerir o Hospital Publico Municipal. Edson pediu vistas de 7 dias. Mas Heloisa falou que 7 dias era pouco e pediu que Edson retirasse o pedido de vistas. Edson retirou e pediu sobrestamento de 60 dias. Mas, o líder do governo, Edmar entrou em defesa e pediu 7 dias, também foi vaiado. Os manifestantes começaram a gritar: “sobrestamento, sobrestamento, sobrestamento”. Milton Donizete, assumindo o seu lado governo, pediu para ser sobrestado por 15 dias, também foi vaiado. Edson pediu que Milton retirasse o sobrestamento, mas não foi atendido por Milton. O pedido foi votado. Edson, Adair e Heloisa foram contra. Mas não adiantou venceu o pedido de sobrestamento de Milton de 15 dias.
Depois veio o pedido de empréstimo de R$ 6,5 milhões que a Prefeitura está pedindo para modernização da gestão, que seria usado para equipar a nova sede que ainda está sendo construída. A vereadora Heloisa Cerri (PV) não perdeu tempo e reforçou que o Prefeito já pediu cerca de R$ 43 milhões de empréstimo. Foi pedido vista do projeto por 7 dias. Edson e Heloisa têm emenda neste projeto.
A seguir vieram vários projetos que foram votados em blocos. Como reversão de imóveis, doações de terrenos da prefeitura para empresas e entidades sociais.
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