A Secretaria de Meio Ambiente já deu o veredicto para o corte de duas centenárias árvores (flamboyant) na Praça do Santuário. Uma já foi cortada a outra será cortada em breve, os técnicos já estão no local de moto-serra em punhoRoberto Ananias, chefe de Arborização da Secretaria do Meio Ambiente, disse que o motivo do corte da árvore que existia na Praça Benedito Valadares, esquina com Rua Rio de Janeiro, é porque ela estava caindo, corroída por cupins. E, por ter sido plantada em local errado em uma área com declive (taludo). A terra estava solta e com as últimas chuvas, ela inclinou mais ainda. (O estranho em sua declaração é que faz muito tempo que não chove, começou ontem)
Após a queda da primeira árvore, logo a seguir, apareceu Marcelo Vaz, gerente de Parques e Jardins, com uma autorização nas mãos, dizendo que teria que cortar uma árvore também (Também na Praça do Santuário, na esquina da 21 de Abril com Rio de Janeiro, em frente a Sleep), porque está com uma autorização do Meio Ambiente, desde do dia 7 de julho de 2009, assinada por Ana Carolina, engenheira do Meio Ambiente. Só hoje, oito meses depois, ele estava com receio que a árvore caísse e machucasse as pessoas.
Segundo a engenheira: “realmente esta árvore está condenada, não teve jeito de salvá-la, porque uma outra árvore que estava ao seu lado ao cair derrubou dois ganhos dela e tirou seu equilíbrio, além de ter dado cupim em sua raiz” finalizou Ana Carolina
Os moradores e comerciantes do local estavam revoltados, porque esta é a quarta árvore de grande porte que a praça perde. E, o pior é que ninguém fala nada sobre replantar outra no local. Ficam os tocos das árvores.
Na conta de Roberto Ananias existem cerca de 2.000 (duas mil árvores) com problemas na cidade, que deveriam ser cortadas. Já na conta de Marcelo Vaz, são cerca de 10.000 (dez mil árvores). Se tais números se confirmarem, Divinópolis em breve, vai tornar-se um deserto do Saara ou mudar seu nome para “Tocopolis” de tantos tocos que vão ficando para trás



