A expectativa de vida está aumentando, mas não basta viver mais; é preciso viver melhor. O segredo para uma longevidade mais saudável está na prevençãoA humanidade caminha para uma vida mais longa. Imaginar que vamos chegar até os 90, 100 anos é comum. Em contrapartida, essa boa notícia vem acompanhada do aumento da responsabilidade de cada pessoa de cuidar bem de si, para viver com saúde. “Não basta viver muito. É preciso viver muito bem”, destaca o geriatra e gerontólogo Eduardo Pinho Tavares, diretor da Clinlife, clínica que realiza um trabalho pioneiro e diferenciado em Divinópolis para o tratamento dos fatores que aceleram o envelhecimento.
Entre o sonho e a realidade de uma longevidade centenária, o geriatra afirma que a solução mais inteligente da medicina moderna é a prevenção. “Prevenir é uma forma de prolongar a vida com qualidade”. Esse ideal ganhou força e deu origem a um novo conceito de saúde já bastante conhecido nos E.U.A e recém-chegado ao Brasil: o life-reveal (reavaliação da vida). “Reavaliar a vida significa pensar no organismo como um todo, na busca de uma harmonização física e emocional. Para isso, a medicina hoje é capaz de oferecer um conjunto de práticas voltadas para a qualidade de vida, bem-estar, beleza e prevenção. O segredo está nas equipes multidisciplinares, compostas por diferentes profissionais da saúde trabalhando de forma integrada”, explica.
Quanto à idade, Tavares lembra que não é preciso esperar completar 40, 50 ou 70 anos para se cuidar. “A geriatria moderna está voltada para a prevenção e não apenas para o tratamento de doenças decorrentes da velhice. Portanto, ao contrário do que muitos pensam, as pessoas podem e devem procurar um geriatra a partir dos 30 anos de idade”, completa.
Segundo o médico, é nessa faixa etária que surgem os primeiros sinais do envelhecimento: cansaço, desânimo, alteração de humor, insônia e, o mais comum, falhas de memória. “Tais problemas não são apenas inimigos da velhice, mas inimigos da vida, principalmente em um mundo cada vez mais agitado e competitivo, em que as pressões do dia-a-dia acabam prejudicando a saúde e o bem-estar. Por isso, quem realmente preza pelo ato de viver, não deve hesitar em procurar ajuda profissional antes do aparecimento desses sintomas”, alerta.
Além dos avançados recursos disponibilizados pela medicina moderna, Tavares reforça a importância de cultivar por toda a vida bons hábitos que preservem a saúde do corpo e da mente, com harmonia e equilíbrio. Manter uma alimentação saudável e balanceada, praticar atividade física regularmente, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas em excesso e fumo, controlar o estresse e a depressão, exercitar a memória, cuidar da sexualidade e fazer visitas periódicas ao médico são, segundo o geriatra, medidas simples, mas que podem contribuir para uma longevidade mais saudável, alegre e participativa.
Atenção para os fatores que aceleram o envelhecimento
Está comprovado que a obesidade é um dos fatores que mais interfere no envelhecimento. O excesso de peso acaba desencadeando uma série de problemas de saúde, como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Não tem outra saída: o consumo reduzido de calorias reflete-se em uma vida mais longa. “É raro ver um obeso centenário, portanto, fuja da gordura”, prescreve o especialista.
Segundo o geriatra, uma das queixas mais freqüentes de quem está envelhecendo é a perda da memória. Tomando como premissa que não existe memória ruim, e, sim, mal treinada, Eduardo Pinho Tavares aconselha atividades que envolvam a capacidade de resolver problemas, como leitura, palavras-cruzadas, jogos e quebra-cabeças.
Para manter a qualidade de vida, mesmo após os 60 anos, é importante preservar também a sexualidade: a energia sexual não acaba com a idade. “O envelhecimento saudável e fisiológico traz apenas algumas alterações, também fisiológicas, na resposta sexual, mas que em nada mudam a qualidade do prazer”, afirma o especialista.
Já a depressão e o estresse, embora não sejam inimigos apenas da velhice, acabam marginalizando as pessoas maduras e favorecendo o aparecimento de doenças. “São sintomas importantes, que interferem no bem-estar e precisam ser tratados de forma adequada”, completa.
O geriatra ressalta, ainda, sobre os fatores hereditários. “Por exemplo: se, na família, há casos de aterosclerose, um processo que começa na infância, deve-se iniciar um programa médico preventivo mais cedo e com mais rigor, para evitar doenças como infarto do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC ou derrame)”, diz.
Quanto à idade, Tavares lembra que não é preciso esperar completar 40, 50 ou 70 anos para se cuidar. “A geriatria moderna está voltada para a prevenção e não apenas para o tratamento de doenças decorrentes da velhice. Portanto, ao contrário do que muitos pensam, as pessoas podem e devem procurar um geriatra a partir dos 30 anos de idade”, completa.
Segundo o médico, é nessa faixa etária que surgem os primeiros sinais do envelhecimento: cansaço, desânimo, alteração de humor, insônia e, o mais comum, falhas de memória. “Tais problemas não são apenas inimigos da velhice, mas inimigos da vida, principalmente em um mundo cada vez mais agitado e competitivo, em que as pressões do dia-a-dia acabam prejudicando a saúde e o bem-estar. Por isso, quem realmente preza pelo ato de viver, não deve hesitar em procurar ajuda profissional antes do aparecimento desses sintomas”, alerta.
Além dos avançados recursos disponibilizados pela medicina moderna, Tavares reforça a importância de cultivar por toda a vida bons hábitos que preservem a saúde do corpo e da mente, com harmonia e equilíbrio. Manter uma alimentação saudável e balanceada, praticar atividade física regularmente, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas em excesso e fumo, controlar o estresse e a depressão, exercitar a memória, cuidar da sexualidade e fazer visitas periódicas ao médico são, segundo o geriatra, medidas simples, mas que podem contribuir para uma longevidade mais saudável, alegre e participativa.
Atenção para os fatores que aceleram o envelhecimento
Está comprovado que a obesidade é um dos fatores que mais interfere no envelhecimento. O excesso de peso acaba desencadeando uma série de problemas de saúde, como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Não tem outra saída: o consumo reduzido de calorias reflete-se em uma vida mais longa. “É raro ver um obeso centenário, portanto, fuja da gordura”, prescreve o especialista.
Segundo o geriatra, uma das queixas mais freqüentes de quem está envelhecendo é a perda da memória. Tomando como premissa que não existe memória ruim, e, sim, mal treinada, Eduardo Pinho Tavares aconselha atividades que envolvam a capacidade de resolver problemas, como leitura, palavras-cruzadas, jogos e quebra-cabeças.
Para manter a qualidade de vida, mesmo após os 60 anos, é importante preservar também a sexualidade: a energia sexual não acaba com a idade. “O envelhecimento saudável e fisiológico traz apenas algumas alterações, também fisiológicas, na resposta sexual, mas que em nada mudam a qualidade do prazer”, afirma o especialista.
Já a depressão e o estresse, embora não sejam inimigos apenas da velhice, acabam marginalizando as pessoas maduras e favorecendo o aparecimento de doenças. “São sintomas importantes, que interferem no bem-estar e precisam ser tratados de forma adequada”, completa.
O geriatra ressalta, ainda, sobre os fatores hereditários. “Por exemplo: se, na família, há casos de aterosclerose, um processo que começa na infância, deve-se iniciar um programa médico preventivo mais cedo e com mais rigor, para evitar doenças como infarto do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC ou derrame)”, diz.




