O Servidor de carreira, Marco Antônio Pinto Silva, presidente da ASCAMDI, afirma não saber ao certo quem elaborou o documento lido em plenário pela secretária geral, Vanícia Rocha. Ele não dá certeza, mas teria sido Vander Lúcio ou RosangelaO presidente, continuou dizendo que, o objetivo inicial seria a elaboração de um documento técnico, como foi a primeira parte, e não político – Não estava acordado entre eles o conteúdo do final do documento, quando a secretaria pede em nome da Associação que o Presidente acione a Comissão de Ética para apurar possível falta de decoro parlamentar por parte da vereadora Heloisa Cerri.
Marquinhos, como é chamado, disse que é um funcionário técnico e não quer envolvimentos políticos partidários: “não fui, não sou e não vou me ligar a nenhum partido".
Ele (Marquinhos) confessa que após a reunião alguns servidores procuraram a vereadora Heloisa Cerri para explicar o que verdadeiramente tinha ocorrido e que eles não concordavam com a utilização política da Associação.
O presidente explicou que a Associação foi criada com o único objetivo da formalização de Convênios comerciais de interesses dos servidores, por aconselhamento do Tribunal de Contas. E que a entidade nunca foi usada de forma sindical, isto porque a representatividade é do SINTRAM.
Marcio admite que sua atuação como presidente, neste episódio pode ter sido uma falha. Ele não tinha conhecimento de que estavam usando a Associação com fins políticos e disse: “como pessoa me senti usado” – “Chegaram aqui com um monte de papel e eu fui assinando”, afirmou.
Os servidores fizeram uma rápida reunião, logo que a secretária geral chegou de férias, no primeiro dia de trabalho dela, durou cerca de 20 minutos. Eles sabiam o que estava acontecendo, e queriam apenas uma nota técnica através de oficio, foi quando alguém sugeriu o uso da tribuna. Isto segundo Marcio ocorreu depois de meio dia. Como eles conseguiram usar a Tribuna, sem a inscrição quatro horas antes, ninguém sabe.
O fato é que usaram o presidente e a tribuna livre de forma indevida. Com um discurso que começou técnico e terminou de forma política.
Marcio afirmou que ele não fez nenhum oficio ao presidente, vereador Pastor Paulo César, solicitando liberação dos servidores para no horário em que a tribuna, Vanicia Rocha fosse falar, os servidores estivessem liberados do horário de trabalho.
Entretanto a servidora afirmou para o Divinews (ver matéria) que havia tal oficio.
Diante de tantas mentiras dissimuladas, armações, situações ardilosas que fogem totalmente a uma postura republicana e democrática. A população está lamentando a atual situação de comando da Casa e o nível de partidarização política que alguns setores tomaram.
A população diz que é fácil identificar os protagonistas de tal situação. É que é também insustentável a posição de algumas pessoas naquela Casa para o próximo ano. À esta altura, somente com uma nova mesa diretora poderá dar jeito na situação, dizem, a Casa perdeu o rumo.
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