A indústria calçadista gaúcha junto com as autoridades políticas que representam a classe, pressionam o Governo do Estado do Rio Grande do Sul requerendo a redução tributária do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de 12% sobre débito e credito para 3% sob faturamento. A redução pedida é igual a concedida pelo Governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), por intermédio e interferência do prefeito Paulo César de Freitas (PDT) e do Sindicato da Indústria do Calçado de Nova Serrana (SINDINOVA).Segundo o site da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Setores Coureiro Calçadista e Moveleiro, deputado João Fischer (PP), cobrou do Governo do Estado, na tarde do dia 09 de janeiro de 2012 a adoção de medidas similares para aumentar a competitividade da cadeia produtiva do setor. “Infelizmente, trata-se da crônica de uma morte anunciada. A desvalorização cambial segue castigando os exportadores gaúchos, somada a uma carga tributária recorde e burocracia excessiva”.
Em outro pronunciamento do deputado (no dia 11 de janeiro de 2012), o parlamentar afirma que é necessário que ações como as implantadas em Minas Gerais (encabeçadas pelo Prefeito Paulo Cesar de Freitas (PDT), junto ao Governo de Minas Gerais) para que a situação das indústrias gaúchas não se torne ainda mais complicada. Entre as medidas, Fischer pediu a redução do ICMS da indústria, hoje em 12%, para 3% sobre o faturamento e a concessão de crédito presumido, semelhante ao que já foi adotado por Minas Gerais e Santa Catarina, estados que implementaram a medida em caráter opcional, através de regime tributário diferenciado.
Fonte: release assessoria de imprensa




