Na sessão plenária desta quinta-feira (27), o presidente do Legislativo Municipal, vereador Pastor Paulo Cesar (PRB), por diversas vezes foi vaiado pelos manifestantes presentes no plenário da Câmara - Paulo Cesar tentava a todo custo transmitir controle e domínio da situação – Por dezenas de vezes, sem necessidade, acionava a companhia pedindo silencio ao plenário – Até a Policia Militar foi chamada, sem necessidadeA sessão plenária desta terça-feira (27) foi mais concorrida que a da semana passada, quinta-feira (22), se continuar desta forma, com os tuiteiros e “facebookeiros” mobilizando a população daqui a pouco o plenário será pequeno para as manifestações democráticas de descontentamentos , que tanto desconforto trás para quem não sabe lidar com as opiniões adversas.
E a Todo custo, usando da autoridade do cargo, tenta silenciar os manifestantes, inicialmente com toques de companhia, depois com discursos tecnicamente quase perfeitos, com uma insegurança travestida de segurança e antidemocrática.
Os cidadãos presentes em plenário lhe dirigiram toda sorte de impropérios. Uns mais afoitos e acirrados outros menos, mas o fato e que o Presidente do Legislativo foi massacrado pelos manifestantes, através de palavras de ordem.
“Vai lá pegar o seu capuccino” – “Você esta mais fraco que o seu pai. O Pastor Divino não era assim não”, foram algumas das frases gritadas no plenário, entre outras dezenas.
O presidente, vereador Pastor Paulo Cesar não agüentando a pressão, resolveu suspender a sessão de 16h26min até as 16h50min.
Coincidentemente uns dez minutos após a interrupção da sessão plenária apareceu alguns policiais militares. Um deles imediatamente se dirigiu para a sala da Presidência, mas não chegou a entrar ficou na porta da sala da imprensa. Disse para o Divinews que alguém mandou chamar a policia ele procurava quem mandou chamar.
Não e a primeira vez que qualquer manifestação um pouco mais acirrada, “alguém” manda sempre chamar a policia. Eles chegam e ficam perdidos querendo identificar onde esta o problema.
Quando um legislador ou administrador, por ações e atitudes politicamente incorretas, reiteradas vezes, perde a “respeitabilidade” que a liturgia do cargo impõe, chegando a ser vaiado, sua posição quer seja na política ou na iniciativa privada, fica insustentável, pode ser o inicio do fim de uma carreira.
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